POETISA LUZIENSE ANA ELIZANDRA PARTICIPA DA ABERTURA DE FORMAÇÃO E EMOCIONA TODOS COM SUA POESIA

POETISA LUZIENSE ANA ELIZANDRA PARTICIPA DA ABERTURA DE FORMAÇÃO E EMOCIONA TODOS COM SUA POESIA



A poetisa Ana Elizandra esteve presente na cerimônia de abertura da formação da Comunidade de Gestores Maranhenses(CGM) promovida pela Comunidade, Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária (CEDAC), no prédio da Secretaria Municipal de Santa Luzia. O encontro aconteceu no ultimo dia 29.

Ana é uma das filhas ilustres de Santa Luzia, professora das redes estadual e muunicipal

BIOGRAFIA LITERÁRIA

Ana Elizandra Gomes Ribeiro é de Santa Luzia, Maranhão. Professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa no Ensino Médio. É formada em Letras pela Universidade Federal do Maranhão com especialização em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade de Santa Fé.

Tem participação em várias antologias lançadas no Brasil e em diversos outros países, além de já ter publicado livros solos e duetos poéticos. Ao longo de sua trajetória, recebeu vários prêmios de literatura e faz parte de algumas Academias de Letras e Artes no Brasil e em outros países.

Ao longo de sua trajetória recebeu alguns prêmios de literatura:

Personalidade 2010, pela Academia de Artes Popular de Cabo de Frio, RJ – ARTPOP.

Destaque 2010, pela Associação Fluminense de Belas Artes, RJ – AFBA.

Melhores Livros de Poesia 2010, pela Academia de Letras de Goiás Velho.

Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia pela Literarte e Editora Mágico de Oz de Portugal, em março de 2013.

Prêmio Literarte de Cultura 2013 – “Estes fazem a diferença” – promovido pela Literarte, em Foz de Iguaçu, maio de 2013.

Prêmio Destaque Poético 2014, pela Academia de Letras e Artes de Fortaleza, janeiro de 1014.

Comenda Floriano Peixoto, 2015, pela Associação Internacional de Escritores e Artistas.

Troféu Imprensa Sem Fronteiras, Categoria Literatura, pelo Jornal Sem Fronteiras, Rio de Janeiro, 2016

Menção Honrosa, categoria prosa no Concurso Internacional de Escritores Lusófonos promovido pela Rede Sem Fronteiras.


Faz parte das seguintes academias:

Acadêmica correspondente da Academia ArtPop de Cabo Frio, RJ, posse em 04 de dezembro de 2010.
Membro da Delegação Nacional da Academia de Letras e Artes de Valparaíso – Chile.
Membro da Academia de Letras e Artes de Fortaleza, em janeiro de 2013.
Membro do Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Buenos Aires, em maio de 2015.
Membro do Núcleo de Letras e Artes de Portugal, em janeiro de 2017.


       Principais obras e participação em obras:

Conversa de Alguém que sente – coletânea poética. São Paulo: Scortecci, 2008.
Quatro mãos: todas com poesia – dueto poético. São Paulo: Scortecci, 2010.
Disperso em verso. São Paulo: Scortecci, 2015.


PARTICIPAÇÕES EM ANTOLOGIAS

Participação na Antologia de Contos Crônica e Poesia da Editora Scortecci, Enigmas do amor. Com 04 poemas, entre as páginas 22 e 25.

Participação na Antologia Scortecci de Contos, Crônicas e Poesias Especial Encontro Pontual para 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo – 2010. Com 07 poemas entre as páginas de 19 a 22.

Participação na Antologia Ponte dos Sonhos 1 – do Brasil para Frankfurt, o melhor de nossa terra. Com dois poemas: Escrever e Penar e Poema do Esquecimento.

Participação especial na Antologia de contos, crônicas, poesias e artes plásticas Brasil: mais que um país, uma inspiração. Lançada na Jornada Cultura da Academia ArtPop de Cabo Frio, RJ, em 04 de novembro de 2010.

Participação na Antologia de contos, crônicas e poesias Tesouros brasileiros – Brasil/Egito via Cairo. Antologia organizada por Izabelle Valladares com o apoio da Academia de Letras de Goiás.

Participação na Antologia Scortecci de contos, crônicas e poesia: Entrelinhas literárias. Scortecci, 2011.

Participação na Antologia bilíngue Palavras sem fronteiras. Organizada por Izabelle Valladares. Lançado no Rio de Janeiro e Buenos Aires.

Participação na Antologia Internacional de Contos, Crônicas e Poesia, Brasileiros em verso e prosa, com apoio cultural da Universidade Federal da Bahia.

Participação da 4ª Antologia Poética da Academia de Letras e Artes de Fortaleza.

Participação na Antologia Luso-brasileira de Poesia. Obra distribuída em bibliotecas e escolas de Portugal.

Participação na 5ª Antologia Poética da Academia de Letras e Artes de Fortaleza.

Participação na Antologia de contos, crônicas e poesia “Cumplicidade de Movimentos, da Editora Scortecci, 2014.

Participação na Antologia “Literarte Celebra a Bahia, em 2015

Participação na Antologia Interestadual, Rede Sem Fronteiras, 2016

Participação na antologia Feminina, Rede Sem Fronteiras, 2016

Participação na Coletânea Internacional Lusófona – Rede Sem Fronteiras, volume 2

Livro que será lançado em fevereiro de 2018

EVOCAÇÃO A MINHA CIDADE

Santa Luzia
Não a Santa Luzia da pistolagem
Não a Santa Luzia da grilagem, da politicagem
Mas a Santa Luzia que constrói a sua história
A Santa Luzia que faz literatura
A Santa Luzia da minha infância...
É esta que quero evocar...

A rua da Estrela onde eu brincava de roda e de queimada e
batia a bola nas janelas das casas vizinhas.
Vovó Neném na calçada contando estórias para a meninada.
Depois do jantar, as famílias sentadas na calçada com cadeiras, fofocas, namoricos e risadas.

Onde a gente brincava no meio da rua. E a criançada gritava:
Boca de forno – forno
Jacarandá – dá
Quando eu mandar – vou
Se não for - apanhar
E as vozes macias das meninas recitavam:
Lá em cima daquela serra
Tem uma pedra de amolar
Ela amola e desamola
Coisa boa é namorar
A rua do Cansa Perna...

Eram assim os nomes das ruas de minha infância: rua da Estrela, rua do Sol, rua do Feijão Murcho, rua do Maribondo, rua da Salvação...
E lá na rua do Maribondo tinha um igarapé
Aonde a gente ia se banhar escondido
E voltava para casa com o corpo todo cinzento 
Com medo das chineladas da mãe...

E minha avó... Ah, minha avó fazia bolinho frito de arroz, beiju, cuscuz e café pretinho para vender no mercado,
Onde eu merendava antes de ir à escola do                                                                        seu Marcelino...

A vida em Santa Luzia com uma porção de coisas que eu não entendia...
Seria melhor se nunca tivesse as entendido...

... café no mercado
                               ... rua da Estrela
                                                        ... Colégio do seu Marcelino
                                                                                                  ... A vó Neném
Nunca pensei que acabasse
Tudo parecia tão eterno...
Mas... Santa Luzia continua construindo a sua história, enriquecendo a sua memória...

                                                                                                               (Anna Elizandra)

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